A maior província produtora de pistache da Turquia iniciou a colheita de 2026 depois de a seca e o granizo reduzirem a previsão de pré-safra de cerca de 200.000 toneladas para 80.000 toneladas. Os primeiros registros da Bolsa de Comércio de Şanlıurfa entre 1 e 10 de setembro mostram preços de 472 a 900 liras por quilo, conforme o produto e o tipo de venda. A colheita do pistache vermelho, prevista para 15 a 30 de setembro, deve esclarecer a oferta e a direção dos preços.
As exportações indonésias de óleo de palma bruto e produtos derivados cresceram 5,49% entre janeiro e julho de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o Republika. O ministro da Agricultura, Amran, usou o resultado para defender maior processamento local. O texto não separa o crescimento entre bruto e processados.
O preço informado do arroz de grão longo importado na Nigéria caiu N15,000 desde janeiro, para N55,000 em 2026. As cotações dos comerciantes permaneceram majoritariamente estáveis em setembro, interrompendo temporariamente a queda anterior.
A Greens Kitami, processadora de cebola com participação das cooperativas agrícolas JA da região de Okhotsk e da cidade de Kitami, amplia a exportação de sopas feitas com cebola local. Os embarques começaram em 2020, depois que a pandemia derrubou suas vendas de souvenirs, e hoje chegam a seis países e territórios. Uma linha sem aditivos alimentares sustenta parte dessa expansão.
Os custos de produção dos avelãzeiros turcos estão pelo menos 50% acima do ano passado, enquanto os preços caíram cerca de 40%, para a faixa de 180 a 200 liras, segundo o jornal econômico Dünya. A Turquia responde por cerca de 70% da oferta mundial, mas as exportações de 2025 ficaram em 2,2 bilhões de dólares, 85 mil toneladas e 300 milhões abaixo de 2024.
As exportações de vinho italiano caíram 6,2% em valor no primeiro semestre de 2026, para pouco mais de 3,6 bilhões de euros, com queda de 4% em volume, segundo o Observatório da Unione italiana vini com base em dados do Istat. Os Estados Unidos, principal destino, recuaram 14,1%, para 849 milhões de euros, enquanto China, Mercosul e Rússia cresceram. Os espumantes resistiram com alta de 0,4%, contra queda de 8,9% dos vinhos tranquilos engarrafados.
As cotações internacionais de leguminosas se firmaram e o encarecimento começa a chegar aos mercados internos dos países importadores. A Índia, maior compradora mundial, enfrenta custo de importação mais alto justamente quando uma monção fraca coloca a safra local em dúvida. Importadores, moinhos e exportadores de origem refazem as contas.
O Ministério da Construção do Vietnã prepara uma lei para evitar novas licenças acessórias e reduzir a intervenção administrativa no mercado de materiais de construção. A proposta pode alterar as condições de concorrência para produtores e distribuidores nacionais ao ampliar o papel dos mecanismos de mercado.
As cotações do algodão em pluma oscilam no mercado brasileiro, mas acumulam alta na parcial de setembro. Segundo o Cepea, o movimento reflete a postura firme de parte dos vendedores e a oferta limitada no mercado spot nacional. Dados da Secex mostram embarques de 106,35 mil toneladas em agosto e 2,075 milhões de toneladas de janeiro a agosto.
A Rússia exportou 418 mil toneladas de grãos desde o início de setembro, contra 2,4 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo o Pravda.ru. Ust-Luga e Vysotsk, na região de Leningrado, tornaram-se os principais pontos de embarque, enquanto os carregamentos por Tuapse quase desapareceram. O trigo caiu para 294 mil toneladas e o número de países compradores passou de 25 para oito.
O milho e o trigo ficaram mais caros na Bolsa de Mercadorias de Novi Sad, enquanto os agricultores sérvios restringiram as vendas à espera de melhores condições. A procura aumentou, mas a baixa disponibilidade reduziu as negociações em vários mercados agrícolas.
A produção russa de açúcar na safra 2026/27 será suficiente para abastecer totalmente o mercado interno e cumprir as metas de exportação do setor, segundo Andrey Bodin, presidente do conselho da União dos Produtores de Açúcar da Rússia. Das 63 usinas, 54 operam com capacidade conjunta de 38.500 toneladas por dia, ante consumo interno de 16.000 toneladas. Desde o início da safra foram processadas 6,3 milhões de toneladas de beterraba e produzidas 815.500 toneladas de açúcar.
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