Pesquisa de mercado

Mercado de hortícolas aliáceos na América Latina e Caribe

Mercado de hortícolas aliáceos na América Latina e Caribe

Data de lançamento: mar 27, 2026

Entrega: 15 minutos após o pagamento

Período de análise: 2017-2025

Report language:
Português English

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A região "Latin America and the Caribbean" inclui os seguintes países:

Argentina
Plurinational State||Bolivia
Ilha Bouvet
Brasil
Chile
Colômbia
Equador
Ilhas Malvinas
Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul
Guiana Francesa
Guiana
Paraguai
Peru
Suriname
Uruguai
Venezuela
Belize
Costa Rica
El Salvador
Guatemala
Honduras
México
Nicarágua
Panamá
Antígua e Barbuda
The||BS||Bahamas Islands
Barbados
Ilhas Virgens Britânicas
Ilhas Cayman
Cuba
Dominica
República Dominicana
Grenada
Guadalupe
Haiti
Jamaica
Martinica
Montserrat
Curazao
Aruba
São Martinho (parte holandesa)
Sint Eustatius and Saba||Bonaire||Bonaire
Porto Rico
São Bartolomeu
São Cristóvão e Névis
Anguila
Santa Lúcia
Saint-Martin (parte francesa)
São Vicente e Granadinas
Trinidad e Tobago
Ilhas Turks e Caicos
Ilhas Virgens dos Estados Unidos

Observações de relatórios anteriores

O mercado de vegetais aláceos frescos na América Latina e Caribe cresceu de 6,8 milhões de toneladas em 2018 para 7,2 milhões de toneladas em 2023, apesar de uma contração temporária em 2020. O crescimento inicial foi impulsionado pela preferência crescente dos consumidores por alimentos frescos e saudáveis, apoiada pelo aumento da produção em regiões exportadoras importantes como Sinaloa e Sonora no México. Avanços tecnológicos em preservação e distribuição, incluindo sistemas de atmosfera controlada, prolongaram a vida útil do produto e reduziram o desperdício, o que também contribuiu para a atividade do mercado.

O volume do mercado caiu em 2020, mesmo com a pandemia de COVID-19 intensificando as preocupações com a saúde e acelerando a adoção do comércio eletrônico para produtos frescos. A recuperação a partir de 2021 foi fortalecida pelo aumento da produção local e regional de vegetais, o surgimento de segmentos de produtos convenientes, higienizados e minimamente processados, e pressões regulatórias por práticas agrícolas sustentáveis. O crescimento subsequente foi adicionalmente alimentado pela expansão da tendência de alimentos à base de plantas, que aumentou a demanda por vegetais aláceos como ingredientes, juntamente com maiores investimentos em tecnologias de rastreabilidade da cadeia de suprimentos, como blockchain.

Até 2023, mudanças dos consumidores em direção a vegetais orgânicos e de origem local, juntamente com novas regulamentações visando a redução de plástico nas embalagens, continuaram a moldar a expansão do mercado. O crescimento constante das plataformas de compras online de alimentos também melhorou a acessibilidade a vegetais aláceos frescos em toda a região, alinhando-se com preferências mais amplas por sustentabilidade e conveniência.

Sumário

  1. 1. Aviso legal
  2. 2. Termos de uso do relatório
  3. 3. Códigos de produtos nas classificações estatísticas usadas no relatório
  4. 4. Principais indicadores e tendências do mercado
    1. 4.1. Principais indicadores do mercado
      1. 4.1.1. Em espécie
        1. 4.1.1.1. Produção, 2018-2023
        2. 4.1.1.2. Importações, 2018-2024
        3. 4.1.1.3. Exportações, 2018-2024
        4. 4.1.1.4. Tamanho do mercado, 2018-2023
    2. 4.2. Tendências e fatores do mercado
  5. 5. Produção
    1. 5.1. Produção na América Latina e Caribe
      1. 5.1.1. Dinâmica anual da produção na América Latina e Caribe em espécie, 2018-2023, mil t
    2. 5.2. Produção global por país, 2018-2023
      1. 5.2.1. Dinâmica anual da produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023, mil t
      2. 5.2.2. Dinâmica da estrutura de produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023
      3. 5.2.3. Dinâmica anual da produção por país em espécie, 2018-2023, mil t
      4. 5.2.4. Estrutura da produção por países em espécie, 2018-2023
      5. 5.2.5. Dinâmica da estrutura de produção por países em espécie, 2018-2023
  6. 6. Exportações
    1. 6.1. Exportações (Dados diretos*)
      1. 6.1.1. Exportações - Informações gerais
      2. 6.1.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 6.1.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 6.1.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie da Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 6.1.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 6.1.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 6.1.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 6.1.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor da Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 6.1.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 6.1.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 6.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto da Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 6.1.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto da Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
    2. 6.2. Exportações (Dados espelho)
      1. 6.2.1. Exportações - Informações gerais
      2. 6.2.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 6.2.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 6.2.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie da Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 6.2.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 6.2.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 6.2.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 6.2.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor da Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 6.2.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 6.2.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 6.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto da Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 6.2.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto da Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
  7. 7. Importações
    1. 7.1. Importações (Dados diretos*)
      1. 7.1.1. Importações - Informações gerais
      2. 7.1.2. Importações em espécie, mil t
        1. 7.1.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 7.1.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para a Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 7.1.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 7.1.3. Importações em valor, M $ US
        1. 7.1.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 7.1.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para a Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 7.1.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 7.1.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 7.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para a Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 7.1.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para a Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
    2. 7.2. Importações (Dados espelho)
      1. 7.2.1. Importações - Informações gerais
      2. 7.2.2. Importações em espécie, mil t
        1. 7.2.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 7.2.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para a Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 7.2.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 7.2.3. Importações em valor, M $ US
        1. 7.2.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 7.2.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para a Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 7.2.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 7.2.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 7.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para a Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 7.2.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para a Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
  8. 8. Balança comercial
    1. 8.1. Balança comercial (Dados diretos)
      1. 8.1.1. Em espécie, mil t
      2. 8.1.2. Em valor, M $ US
    2. 8.2. Balança comercial (Dados espelho)
      1. 8.2.1. Em espécie, mil t
      2. 8.2.2. Em valor, M $ US
  9. 9. Principais países compradores e vendedores, 2018-2024
    1. 9.1. Dados diretos
      1. 9.1.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.1.2. Exportação em valor por países-fornecedores
    2. 9.2. Dados espelho
      1. 9.2.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.2.2. Exportação em valor por países-fornecedores

Produção de hortícolas aliáceos na América Latina e Caribe

Em espécie, 2017-2020, mil t

Maiores produtores de de hortícolas aliáceos, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial da produção de de hortícolas aliáceos, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

A produção de vegetais aliáceos na América Latina e Caribe registrou queda pelo terceiro ano consecutivo. Em 2020, foram produzidas 6 970 mil toneladas, representando uma redução limitada de 3,3% em relação ao ano anterior. No período de 2017 a 2020, a produção caiu 6,7%, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de -2,3%.

Dinâmica anual da produção na América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(2.3%)(1.3%)(3.3%)(2.3%)
Fonte: SHEV.io

Em valor, 2017-2020, M $ US

Em 2020, o valor da produção de vegetais aliáceos na América Latina e Caribe foi de 4 474 milhões de dólares americanos, 5,6% inferior ao ano anterior. Entre 2017 e 2020, a produção em valor caiu 2,8%, com uma CAGR de -0,9%. O valor mínimo foi registrado em 2018, com 4 409 milhões de dólares, enquanto o máximo ocorreu em 2019, com 4 738 milhões de dólares. O maior aumento foi observado em 2019, com crescimento de 7,5%.

Dinâmica anual da produção na América Latina e Caribe em valor, 2017-2020, M $ US

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(4.2%)7.5%(5.6%)(0.9%)
Fonte: SHEV.io

Exportações de hortícolas aliáceos da América Latina e Caribe

Exportações em espécie, mil t

Após dois anos de queda, os volumes exportados de vegetais aliáceos da América Latina e Caribe aumentaram. Em 2020, as exportações atingiram 1 287 mil toneladas, com um crescimento sólido de 21,1% em relação a 2019. No período de 2017 a 2020, as exportações aumentaram 10,9%, com uma CAGR de 3,5%. O valor mínimo foi registrado em 2019, com 1 063 mil toneladas, ano em que também ocorreu a maior queda, de 6,1%.

Dinâmica anual de exportações do produto da América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(2.5%)(6.1%)21.1%3.5%
Fonte: SHEV.io

Entre 2017 e 2020, os Estados Unidos (67,7% das exportações em volume), a Espanha (3,3%) e a Ásia, não especificada (0,7%) foram os principais destinos das exportações em volume, representando juntos 71,6% do total.

Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto da América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Exportações em valor, M $ US

O valor das exportações de vegetais aliáceos da América Latina e Caribe cresceu pelo segundo ano consecutivo. Em 2020, as exportações foram de 825,9 milhões de dólares americanos, um aumento de 18,2% em relação ao ano anterior. Entre 2017 e 2020, as exportações em valor subiram 15,5%, com uma CAGR de 4,9%. O valor mínimo foi registrado em 2018, com 683,5 milhões de dólares, ano em que também ocorreu a maior queda, de 4,4%.

Dinâmica anual de exportações do produto da América Latina e Caribe em valor, 2017-2020, M $ US

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(4.4%)2.2%18.2%4.9%
Fonte: SHEV.io

De 2017 a 2020, os Estados Unidos (63,0% das exportações em valor), a Espanha (2,9%) e a Ásia, não especificada (1,0%) formaram o grupo principal de parceiros para as exportações em valor de vegetais aliáceos da América Latina e Caribe, representando juntos 66,9% do total.

Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto da América Latina e Caribe em valor, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Importações de hortícolas aliáceos para América Latina e Caribe

Importações em espécie, mil t

O volume de importações de vegetais aliáceos na América Latina e Caribe aumentou pelo terceiro ano consecutivo. Em 2020, as importações registraram 781 mil toneladas, com um avanço sólido de 13,0% em relação ao ano anterior. Entre 2017 e 2020, as importações em volume cresceram 36,3%, com uma CAGR de 10,9%.

Dinâmica anual de importações do produto para América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior2.9%17.2%13.0%10.9%
Fonte: SHEV.io

Entre 2017 e 2020, a China (21,6% das importações em volume), os Estados Unidos (14,3%) e os Países Baixos (13,5%) foram os principais fornecedores de vegetais aliáceos para a América Latina e Caribe, representando juntos 49,4% do total das importações em volume.

Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Importações em valor, M $ US

As importações de vegetais aliáceos na América Latina e Caribe aumentaram pelo segundo ano consecutivo. Em 2020, a região importou aproximadamente 688,4 milhões de dólares americanos, com um crescimento de 15,4% em relação ao ano anterior. Entre 2017 e 2020, as importações em valor subiram 16,2%, com uma CAGR de 5,1%. O valor mínimo foi registrado em 2018, com 457,1 milhões de dólares, ano em que também ocorreu a maior queda, de 22,8%. O maior aumento foi observado em 2019, com crescimento de 30,5%.

Dinâmica anual de importações do produto para América Latina e Caribe em valor, 2017-2020, M $ US

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(22.8%)30.5%15.4%5.1%
Fonte: SHEV.io

De 2017 a 2020, a China (31,9% das importações em valor), os Estados Unidos (13,0%) e os Países Baixos (7,0%) foram os maiores contribuintes para as importações em valor, representando juntos 51,9% do total.

Estrutura de importações do produto em valor por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para América Latina e Caribe em valor, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

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