O Brasil recebeu novas autorizações de exportação do Kuwait, da Nicarágua, da Síria e de Bangladesh. A Síria autorizou o milho brasileiro em grãos e Bangladesh liberou os grãos secos de destilaria (DDG), as duas aberturas mais relevantes para as cadeias de grãos e de alimentação animal. Os embarques ainda dependem das exigências de cada destino e das negociações comerciais.
O contrato de trigo para panificação com entrega em dezembro de 2026 caiu a 25 de setembro para 233,75 euros por tonelada na Euronext em Paris, o nível mais baixo desde 25 de agosto, e fechou a 236,75 euros. A queda reflete a expectativa de uma possível retomada das exportações de cereais do Mar Negro. Segundo o Eurostat, no segundo trimestre de 2026 os preços dos cereais na UE ficaram 5,6% abaixo dos de um ano antes, enquanto os insumos subiram 4,7%.
As exportações turcas de aço cresceram 3,1% para 10,3 milhões de toneladas nos primeiros oito meses de 2026, mas a União Europeia foi o único grande mercado em queda, com recuo de 22%. A América do Sul avançou 67%, para 849 mil toneladas, e os embarques de aço acabado para os Estados Unidos subiram 954,7% em agosto, para 107 mil toneladas.
O Ministério da Política Agrária e Alimentação da Ucrânia pediu ao Ministério do Desenvolvimento Econômico que aplique licenciamento à importação de parte do grupo aduaneiro 04, leite e produtos lácteos, em resposta aos embarques vindos da Belarus. Nos primeiros oito meses de 2013 entraram 12.530 toneladas, no valor de 27 milhões de dólares, já acima de todo o ano de 2012. A proposta seguiu-se a queixas da Inspeção Estatal de Preços e da União das Empresas de Lácteos.
O Al-Ahram Gate informa que o Egito amplia simultaneamente a área plantada de beterraba sacarina e a produtividade, levando a produção nacional de açúcar perto de cobrir o consumo interno. A reportagem não divulga números de área adicional ou de produção alcançada. Para os exportadores, a compra egípcia deixa de ser um programa fixo e passa a ser demanda residual e irregular.
O Ministério do Comércio da Indonésia fixou o preço de referência do óleo de palma bruto em 1.042,15 dólares por tonelada métrica para o período de 1 a 31 de outubro de 2026, alta de 3,44% sobre setembro. Disso resulta uma taxa de exportação de 130,269 dólares por tonelada, além de um imposto de exportação de 178 dólares. O preço de referência do cacau em grão subiu 7,49%.
O valor da matéria-prima ife do leite na Alemanha voltou a ficar acima de 40 centavos de euro por quilo, segundo a Elite Magazin. A publicação também relata leve aumento das entregas de leite em meados de setembro e nova alta nos preços da manteiga.
O mercado espanhol de snacks e frutos secos embalados faturou 3.253,84 milhões de euros em 2025, mais 4,6% do que no ano anterior, com 392.865 toneladas comercializadas, segundo o Agronews Castilla y León. Os números implicam uma média de cerca de 8,28 euros por quilo em toda a categoria. Os dados divulgados não separam o crescimento em volume do crescimento em preço.
Uma enchente no dia 26 do mês passado destruiu o complexo fronteiriço de Gyirong, em Rasuwagadhi–Timure, na fronteira do Nepal com a China, única passagem do norte equipada para carga comercial regular. O comércio externo nepalês volta integralmente às rotas que passam por portos indianos e postos terrestres do sul. Não há custo nem prazo de reconstrução divulgados.
As vendas formais da indústria de lácteos do Equador cresceram 8% entre janeiro e abril de 2026 ante o mesmo período de 2025, com a produção em alta de 5% e o comércio atacadista e varejista de lácteos em alta de 31%. O avanço se concentra em kefir, iogurte grego e queijos semimaturados e maturados, enquanto o consumo de leite líquido recua. Peru, Estados Unidos e China estão no radar da exportação, mas a matéria-prima aperta após queda de 3% na produção de leite em 2025.
Um estudo da NielsenIQ sobre a temporada de aquecimento no Chile, de março a agosto de 2026, aponta alta de 2,5% nas vendas em unidades. Gás, pellets de madeira e lenha concentram 53,4% do mercado, enquanto o aquecimento elétrico é a única categoria em queda.
O governo da Índia planeja destinar cerca de 50 bilhões de rupias dentro de um programa de fabricação de celulares de 625 bilhões de rupias para ajudar a construir cerca de três marcas nacionais fortes de smartphones. A participação de mercado das marcas indianas caiu de cerca de 45% em 2014 para perto de 1% em 2025, enquanto os fabricantes chineses já superam 73%.
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