As importações espanholas de banana cresceram 14,5%, para 241.582 toneladas, no primeiro semestre de 2026, superando o avanço das vendas das Canárias. Preços baixos na origem e maior presença do produto importado aumentam a pressão sobre os produtores insulares.
Os futuros do algodão na ICE subiram para 89,30 centavos por libra, o maior nível em 28 meses. Estimativas do USDA citadas pelo Ekonomi Gazetesi indicam consumo de 122,9 milhões de fardos e produção de 117,6 milhões.
A produção russa de farinha deve crescer 1,5–2,0% em termos anuais no cenário-base para o quarto trimestre de 2026 e 2027. A ZOL.ru prevê alta de 3,0–4,0% nos preços grossistas EXW e de 4,0–5,0% nos preços de retalho.
A flexibilização das restrições à importação e o interesse pela cultura coreana abrem novos canais para fornecedores sul-coreanos. As exportações de K-Food para a Argentina chegaram a US$ 9,6 milhões em 2025, alta anual de 87%.
Os embarques russos de hulha para a Coreia do Sul atingiram o maior nível em três anos, segundo uma manchete da Gazeta.ru. O material disponível não informa volume, valor comercial nem o período exato da comparação.
A empresa berlinense HMS amplia o comércio de carvão e matérias-primas industriais entre África e Ásia enquanto a Alemanha prepara a saída do carvão até 2038. A receita superou 1,2 mil milhão de euros em 2025, e a companhia pretende atingir 2 mil milhões neste ano.
Estimativas do setor citadas pelo Business Standard apontam gasto de cerca de 1,75 trilhão de rupias com importações de óleos comestíveis no ano oleaginoso atual, aproximadamente 9% acima do recorde anterior. A produção interna de oleaginosas cresce, mas o consumo avança mais rápido e as importações ainda cobrem mais da metade da demanda. O entrave apontado é a política de preços e compras públicas, não a tecnologia.
Os automóveis novos deverão incorporar 15% de plástico reciclado em 2032 e 25% em 2036. O principal desafio para o setor espanhol será obter material com pureza, qualidade e estabilidade adequadas à indústria automotiva.
A Rússia deverá colher cerca de 8 milhões de toneladas de batata em 2026, abaixo do ano passado, mas dentro da média recente. A oferta nacional deverá continuar suficiente apesar das inundações em duas regiões, e cerca de 3 milhões de toneladas serão processadas.
Os fabricantes sul-coreanos de alimentos e bebidas utilizaram 1,07 milhão de toneladas de arroz em 2025, alta de 22,0% em um ano. O consumo anual por habitante caiu para o mínimo histórico de 53,9 kg, enquanto as importações podem atender parte da demanda industrial adicional.
A Orkla encerrará gradualmente a produção de chocolate Panda em Vaajakoski entre 2027 e 2030 e transferirá a atividade para as fábricas da Kalev na Estônia. A unidade finlandesa manterá a produção de alcaçuz e drágeas, enquanto Fazer e Brunberg continuarão fabricando no país.
Os laticínios checos geram cerca de 2 milhões de toneladas de soro por ano, mas o país não possui unidades para fabricar concentrados e isolados ricos em proteína. Parte do material é seca, concentrada ou enviada à Alemanha, aos Países Baixos e à França para processamento.
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