Pesquisa de mercado

Mercado de hortícolas aliáceos no Brasil, 2026

Mercado de hortícolas aliáceos no Brasil

Data de lançamento: mar 27, 2026

Entrega: 15 minutos após o pagamento

Período de análise: 2017-2025

Report language:
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Observações de relatórios anteriores

O mercado brasileiro de hortaliças aláceas cresceu de 1.920 para 2.057 mil toneladas entre 2018 e 2019. Esse aumento ocorreu após a introdução de regras obrigatórias de rastreabilidade para todas as hortaliças frescas em 2018, que exigiram o registro de origem, lote, data de produção e fornecedor. Controles mais rigorosos de rotulagem e resíduos de pesticidas, além de procedimentos de inspeção aprimorados pela Dipov, elevaram os padrões de qualidade e segurança, o que provavelmente impulsionou a confiança do consumidor e a demanda doméstica. Em 2019, a aplicação contínua dessas regulamentações e a crescente conscientização dos consumidores sobre origem e certificação de produtos continuaram a apoiar o volume do mercado.

Em 2020, o volume do mercado se estabilizou em torno de 2.018 mil toneladas, apesar da pandemia de COVID-19, que restringiu canais de venda presenciais, mas acelerou as compras online e aumentou a demanda por embalagens que preservam a qualidade durante a entrega em casa. A extensão do prazo de adaptação à rastreabilidade até fevereiro de 2020 permitiu que os produtores investissem em sistemas de informação sem grandes interrupções. Em 2021, o mercado cresceu para 2.040 mil toneladas, apoiado pelo fortalecimento dos requisitos de rotulagem para hortaliças minimamente processadas e por um foco crescente em exportações com qualidade e sustentabilidade, o que incentivou investimentos em produção e sistemas avançados de rastreabilidade.

O mercado atingiu 2.093 mil toneladas em 2022, período marcado por vendas recordes de bebidas à base de plantas e pelo lançamento da linha 'Incrível!' de produtos prontos para consumo da JBS/Seara, sinalizando a entrada de novos grandes players e a expansão de portfólio em segmentos relacionados. Em 2023, o volume se estabilizou em 2.069 mil toneladas, com novas regras de rotulagem sobre prazo de validade para hortaliças frescas embaladas visando reduzir o desperdício de alimentos, enquanto a crescente demanda do consumidor por conveniência e produtos minimamente processados moldou as preferências. Atualizações regulatórias em rastreabilidade e rotulagem até 2024‑2025, juntamente com a maior presença de grandes empresas como Coca‑Cola/Ambev e Nestlé em categorias à base de plantas, reforçaram a tendência em direção a hortaliças produzidas de forma sustentável e focadas em qualidade.

Sumário

  1. 1. Aviso legal
  2. 2. Termos de uso do relatório
  3. 3. Códigos de produtos nas classificações estatísticas usadas no relatório
  4. 4. Principais indicadores e tendências do mercado
    1. 4.1. Principais indicadores do mercado
      1. 4.1.1. Em espécie
        1. 4.1.1.1. Produção, 2018-2023
        2. 4.1.1.2. Importações, 2018-2025
        3. 4.1.1.3. Exportações, 2018-2025
        4. 4.1.1.4. Tamanho do mercado, 2018-2023
    2. 4.2. Tendências e fatores do mercado
  5. 5. Produção
    1. 5.1. Produção no Brasil
      1. 5.1.1. Dinâmica anual da produção no Brasil em espécie, 2018-2023, mil t
      2. 5.1.2. Dinâmica anual da produção no Brasil em valor, 2018-2023, $ US
    2. 5.2. Produção global por país, 2018-2023
      1. 5.2.1. Dinâmica anual da produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023, mil t
      2. 5.2.2. Dinâmica da estrutura de produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023
      3. 5.2.3. Dinâmica anual da produção por país em espécie, 2018-2023, mil t
      4. 5.2.4. Estrutura da produção por países em espécie, 2018-2023
      5. 5.2.5. Dinâmica da estrutura de produção por países em espécie, 2018-2023
  6. 6. Importações
    1. 6.1. Importações (Dados diretos)
      1. 6.1.1. Importações - Informações gerais
      2. 6.1.2. Importações em espécie, mil t
        1. 6.1.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em espécie, 2018-2025, mil t
        2. 6.1.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para o Brasil por países, 2018-2025, mil t
        3. 6.1.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2025
      3. 6.1.3. Importações em valor, M $ US
        1. 6.1.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em valor, 2018-2025, M $ US
        2. 6.1.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para o Brasil por países, 2018-2025, M $ US
        3. 6.1.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2025
      4. 6.1.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 6.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para o Brasil, 2018-2025, $ US/t
        2. 6.1.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para o Brasil por países, 2018-2025, $ US/t
    2. 6.2. Importações (Dados espelho)
      1. 6.2.1. Importações - Informações gerais
      2. 6.2.2. Importações em espécie, mil t
        1. 6.2.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em espécie, 2018-2025, mil t
        2. 6.2.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para o Brasil por países, 2018-2025, mil t
        3. 6.2.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2025
      3. 6.2.3. Importações em valor, M $ US
        1. 6.2.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em valor, 2018-2025, M $ US
        2. 6.2.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para o Brasil por países, 2018-2025, M $ US
        3. 6.2.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2025
      4. 6.2.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 6.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para o Brasil, 2018-2025, $ US/t
        2. 6.2.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para o Brasil por países, 2018-2025, $ US/t
  7. 7. Exportações
    1. 7.1. Exportações (Dados diretos)
      1. 7.1.1. Exportações - Informações gerais
      2. 7.1.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 7.1.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em espécie, 2018-2025, mil t
        2. 7.1.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie do Brasil por países, 2018-2025, mil t
        3. 7.1.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2025
      3. 7.1.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 7.1.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em valor, 2018-2025, M $ US
        2. 7.1.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor do Brasil por países, 2018-2025, M $ US
        3. 7.1.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2025
      4. 7.1.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 7.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto do Brasil, 2018-2025, $ US/t
        2. 7.1.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto do Brasil por países, 2018-2025, $ US/t
    2. 7.2. Exportações (Dados espelho)
      1. 7.2.1. Exportações - Informações gerais
      2. 7.2.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 7.2.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em espécie, 2018-2025, mil t
        2. 7.2.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie do Brasil por países, 2018-2025, mil t
        3. 7.2.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2025
      3. 7.2.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 7.2.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em valor, 2018-2025, M $ US
        2. 7.2.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor do Brasil por países, 2018-2025, M $ US
        3. 7.2.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2025
      4. 7.2.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 7.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto do Brasil, 2018-2025, $ US/t
        2. 7.2.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto do Brasil por países, 2018-2025, $ US/t
  8. 8. Balança comercial
    1. 8.1. Balança comercial (Dados diretos)
      1. 8.1.1. Em espécie, mil t
      2. 8.1.2. Em valor, M $ US
    2. 8.2. Balança comercial (Dados espelho)
      1. 8.2.1. Em espécie, mil t
      2. 8.2.2. Em valor, M $ US
  9. 9. Principais países compradores e vendedores, 2018-2025
    1. 9.1. Dados diretos
      1. 9.1.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.1.2. Exportação em valor por países-fornecedores
    2. 9.2. Dados espelho
      1. 9.2.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.2.2. Exportação em valor por países-fornecedores

Produção de hortícolas aliáceos no Brasil

Em espécie, 2018-2021, mil t

O Brasil ocupou a 17ª posição mundial na produção de vegetais aláceos entre 2018 e 2021.

Maiores produtores de de hortícolas aliáceos, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial da produção de de hortícolas aliáceos, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Em 2021, o Brasil produziu 1 806 mil toneladas de vegetais aláceos, um aumento de 9,1% em relação ao ano anterior. Entre 2018 e 2021, a produção cresceu 8,8%, o que equivale a uma taxa anualizada de 2,9%. O valor mínimo foi registrado em 2020, com 1 655 mil toneladas, enquanto a maior queda ocorreu no mesmo ano, de 2,1%.

Dinâmica anual da produção no Brasil em espécie, 2018-2021, mil t

Parâmetro201920202021CAGR
1Variação em relação ao ano anterior2.0%(2.1%)9.1%2.9%
Fonte: SHEV.io

Exportações de hortícolas aliáceos do Brasil

Exportações em espécie, mil t

Os dados revelam mudanças irregulares, indicando um ambiente de mercado volátil. As exportações variaram significativamente, com um pico de 29,1 mil toneladas em 2020 e um mínimo de 8,2 mil toneladas em 2021, uma diferença de 3,6 vezes. Em 2021, as exportações brasileiras de vegetais aláceos caíram 71,8% em relação ao ano anterior. O maior aumento foi registrado em 2020, de 162,0%.

Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em espécie, 2018-2021, mil t

Parâmetro201920202021CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(49.1%)162.0%(71.8%)(27.9%)
Fonte: SHEV.io

Entre 2018 e 2021, Paraguai e Argentina dominaram as exportações em volume, representando juntos 95,0% do total, enquanto outros destinos tiveram contribuições individuais menores.

Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto do Brasil em espécie, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Exportações em valor, M $ US

A volatilidade caracterizou o comportamento do mercado durante esses anos. Os volumes atingiram seu máximo em 2020, com 9,4 milhões de dólares, e caíram para um mínimo em 2019, com 2,3 milhões de dólares, uma variação de 4 vezes. Em 2021, as exportações brasileiras de vegetais aláceos totalizaram 2,7 milhões de dólares, uma queda de 71,0% em relação a 2020. O maior aumento foi registrado em 2020, de 299,9%.

Dinâmica anual de exportações do produto do Brasil em valor, 2018-2021, M $ US

Parâmetro201920202021CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(34.0%)299.9%(71.0%)(8.5%)
Fonte: SHEV.io

Entre 2018 e 2021, Argentina e Paraguai formaram um par dominante de mercados para exportações em valor, representando conjuntamente 80,5% do total, enquanto outros países representaram a parcela residual.

Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto do Brasil em valor, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Importações de hortícolas aliáceos para o Brasil

Importações em espécie, mil t

Após dois anos de crescimento, os volumes de vegetais aláceos importados pelo Brasil diminuíram. Em 2021, o Brasil importou 242,7 mil toneladas, uma queda de 38,0% em relação ao ano anterior. Entre 2018 e 2021, as importações caíram 14,2%, com uma taxa de crescimento anual composta de 5,0%. O valor máximo foi registrado em 2020, com 391,3 mil toneladas, e o maior aumento ocorreu em 2019, de 33,3%.

Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em espécie, 2018-2021, mil t

Parâmetro201920202021CAGR
1Variação em relação ao ano anterior33.3%3.8%(38.0%)(5.0%)
Fonte: SHEV.io

Entre 2018 e 2021, Argentina e China juntas capturaram 82,5% do total de importações em volume, e o restante dos fluxos foi distribuído de forma dispersa por outros mercados.

Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para o Brasil em espécie, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Importações em valor, M $ US

Após dois anos de ganhos, os volumes de vegetais aláceos importados pelo Brasil diminuíram. Em 2021, o volume de importação chegou a 213,5 milhões de dólares, indicando uma queda dramática de 37,6% em relação ao ano anterior. Entre 2018 e 2021, as importações caíram 6,3%, o que equivale a uma taxa anualizada de 2,2%. O valor máximo foi registrado em 2020, com 342,0 milhões de dólares, e o maior aumento ocorreu em 2019, de 32,8%.

Dinâmica anual de importações do produto para o Brasil em valor, 2018-2021, M $ US

Parâmetro201920202021CAGR
1Variação em relação ao ano anterior32.8%13.0%(37.6%)(2.2%)
Fonte: SHEV.io

Entre 2018 e 2021, dois mercados líderes — Argentina e China — juntos representaram 84,6% do total de importações em valor, enquanto o volume restante foi disperso por uma ampla gama de outros países.

Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para o Brasil em valor, 2018-2021

Fonte: SHEV.io

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