A SovEcon reduziu em 600 mil toneladas, para 88,3 milhões, sua previsão para a safra russa de trigo de 2026, citando perspectivas mais fracas no sul e a redução do plantio de trigo de primavera. Projeções maiores para cevada e milho mantiveram a estimativa total de grãos e leguminosas praticamente estável em 135,3 milhões de toneladas.
As Filipinas pretendem vender pelo programa subsidiado arroz estatal armazenado há mais de seis meses, avaliado em cerca de 1,9 bilhão de pesos (US$ 33,5 milhões). As importações continuam essenciais: em junho, 39 navios carregaram arroz no Vietnã com destino a portos filipinos.
As restrições da China às exportações de terras raras levaram o Japão a reexaminar a diversificação adotada após o choque da soja de 1973. A produção fora da China já responde por cerca de um terço da oferta mundial, mas o país continua central para o mercado.
Os preços no atacado da mostarda, da soja e de seus óleos caíram na Índia em 21 de julho, acompanhando mercados externos mais fracos. O óleo de palma bruto e a oleína de palma também recuaram, segundo a Bhasha.
O Connections Scorecard da AEMO para o ano fiscal de 2026 registrou um recorde de 9,1 GW de nova capacidade. Mais da metade veio de baterias, enquanto o atraso da geração eólica e solar ameaça a meta renovável australiana de 2030.
Danos causados pelo El Niño em Gana e na Costa do Marfim podem levar o cacau novamente a US$ 10.000 por tonelada, segundo a App Cacao. O Peru prevê exportar mais de US$ 1 bilhão neste ano, embora seus produtores também enfrentem riscos climáticos e logísticos.
Produtores espanhóis estão destruindo, abandonando ou doando cebolas depois que os preços na origem caíram abaixo dos custos de colheita e produção. As importações cresceram quase 18% entre janeiro e abril de 2026, com Peru e Chile respondendo por boa parte do volume adicional.
O Brasil embarcou 78,86% de sua cota preferencial de exportação de carne bovina à China, de 1,106 milhão de toneladas com tarifa de 12%. Volumes acima da cota pagam sobretaxa de 55%, segundo a Globo Rural, o que encarece cada embarque adicional na mesma janela.
O setor de grãos da Alemanha defende maior presença no norte da África e no Oriente Médio diante das interrupções nas rotas do mar Negro. O país exportou cerca de 4 milhões a 4,5 milhões de toneladas anuais de trigo e cevada para mercados fora da UE nos últimos anos.
A Comissão Europeia quer elevar a autossuficiência da UE em proteína para ração proveniente de oleaginosas e culturas proteicas de 25% em 2025 para 35% em 2035. O plano incentiva ervilha, soja, colza e girassol, mantendo parcerias estratégicas com o Mercosul e a Ucrânia.
As exportações gregas de feta e azeite ultrapassaram, em conjunto, 2,1 mil milhões de euros em 2025. Cerca de 105.000 toneladas de feta foram vendidas ao exterior, enquanto o azeite gerou 1,31 mil milhões de euros e sustenta um setor com aproximadamente 700.000 produtores.
A Comissão Europeia propõe destinar pelo menos 50% das receitas dos leilões do ETS a investimentos prioritários, como descarbonização industrial, energia renovável e produtos circulares. O setor polonês de aquecimento urbano aprovou a direção da reforma, enquanto o agronegócio poderá acessar novas fontes de financiamento.
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