A Índia cobre com importações 55% a 57% de suas necessidades de óleo comestível, embora seja grande produtora de mostarda, soja e amendoim. Uma safra elevada de oleaginosas não se converte automaticamente em oferta doméstica suficiente de óleo.
Gana gastou 36,46 bilhões de cedis com importação de alimentos em 2025, segundo o relatório anual de estatísticas de comércio de mercadorias do Serviço de Estatística de Gana. Cereais processados, frango congelado, miúdos de animais e arroz responderam por 30% da conta. Nas exportações destacam-se cacau processado, castanha de caju, atum e derivados de karité.
Dados aduaneiros citados pelo jornal Thanh Nien mostram que o Vietnã comprou cerca de 2,785 milhões de toneladas de arroz em casca e beneficiado entre janeiro e junho de 2026 por US$ 800 milhões, queda de 14,53% em volume na comparação anual. O país segue como segundo maior importador mundial de arroz, atrás das Filipinas, com o Camboja fornecendo cerca de 2,3 milhões de toneladas. No mesmo período, exportou 5,2 milhões de toneladas por US$ 2,38 bilhões.
Segundo um produtor valenciano, a mão de obra agrícola custa €15-€16 por hora em Espanha, contra €5-€6 por um dia completo no Egito. O setor pede requisitos laborais, ambientais e fitossanitários equivalentes para os citrinos importados.
O setor turco de cereja espera maior produtividade, melhor qualidade e preços mais acessíveis em 2026 após as perdas causadas pela geada no ano anterior. A Europa continua sendo o principal mercado, enquanto a Turquia trabalha para retomar as exportações à China.
Na safra 2026/27, a TMO pagará 255 TL por kg pela avelã com casca de qualidade Giresun e 250 TL pela qualidade levant. As compras começarão em 24 de agosto de 2026, com agendamentos disponíveis a partir de 17 de agosto.
O Camboja exportou 707.471 toneladas de arroz entre janeiro e julho de 2026, aumento anual de 68%. A Federação de Arroz do Camboja prevê que o país alcance pela primeira vez a meta anual de 1 milhão de toneladas.
As usinas de açúcar da Índia pretendem iniciar a moagem de cana mais cedo que o habitual na próxima safra, segundo a Bloomberg. A medida, apoiada pelo governo, busca ampliar a oferta e conter os preços recordes antes do aumento da demanda festiva.
O MITECO vai destinar cerca de 100 milhões de euros de fundos europeus a projetos da Doña Urraca Energy e da Repsol. As unidades de Albacete e Puertollano terão 42,27 MW de capacidade conjunta de eletrólise.
A siderurgia russa encerrou o primeiro semestre de 2026 em queda: a produção de ferro-gusa recuou quase 6% na comparação anual e a de aço também caiu, segundo o Rossiyskaya Gazeta. A colocação do produto virou o problema agudo da maioria das usinas, inclusive nos Urais. Até 75% dos laminados planos inoxidáveis usados na Rússia ainda vêm do exterior.
A queda das exportações de Bordéus para a China, a destilação de crise na Alemanha e o prolongamento das vendas de adegas revelam pressão generalizada. Os produtores de vinho a granel enfrentam a situação mais difícil, enquanto negócios de vinho engarrafado bem posicionados continuam a atrair compradores.
Os ativos solares representaram 52% das fusões e aquisições de energia na Espanha em 2025, segundo a A&M. O setor registrou 73 operações, 30% menos que em 2024, informou a Europa Press.
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