A produção russa de borrachas sintéticas em formas primárias recuou 7,7% na comparação anual em janeiro-abril de 2026, segundo dados da Rosstat divulgados pela PRIME em 27 de maio. O comunicado não detalha volumes, preços nem causas.
A produção de tubos, mangueiras e conexões de plástico na República russa do Tartaristão caiu 50% na comparação anual entre janeiro e setembro de 2025, segundo dados citados pelo Bing. As fábricas da região produziram 34.400 toneladas nos nove meses, metade do volume de um ano antes.
O setor global de pescados se prepara para novas tarifas dos EUA enquanto a incerteza política abala o comércio transatlântico, segundo a Undercurrent News. O alcance, o prazo e as alíquotas de qualquer medida seguem indefinidos, deixando importadores e exportadores a planejar contra um alvo móvel.
Aixtron e ASML elevaram suas previsões para 2026 em abril diante da demanda impulsionada pela inteligência artificial. Os prazos de entrega da litografia EUV já superam 12 meses, com alguns lotes reservados até 2027, enquanto o fornecimento de equipamentos para carboneto de silício e nitreto de gálio fica mais apertado.
As ações ligadas a baterias de lítio recuaram de forma generalizada em Hong Kong, informa a Moomoo, com investidores precificando mais oferta. O mercado aponta a retomada da produção no projeto Jianxiawo e a entrada em operação da que chama de maior mina de lítio da África Ocidental.
O MAFF do Japão iniciou em 10 de outubro uma auditoria de quatro dias no sistema sanitário do Brasil, o sexto de doze passos rumo à abertura do mercado para a carne bovina brasileira, prevista para novembro. O avanço foi impulsionado pelo reconhecimento da OMSA de todo o Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação.
Cordiant, Kama e Ikon Tyres pediram à Comissão Econômica Eurasiática proteção contra pneus chineses baratos, com tarifas de cerca de 30 por cento e possíveis cotas. A China fornece três quartos das importações russas, no valor de 510 milhões de dólares no ano passado.
A produção russa de pneus para automóveis de passeio caiu 23,26% em base anual, para 6,66 milhões de unidades, no primeiro trimestre de 2026, segundo o Kommersant. As vendas do mercado ficaram estáveis, pois uma alta de cerca de 25% nas importações, sobretudo da China, compensou uma queda de quase 20% dos fabricantes locais.
No primeiro semestre de 2026 foram vendidos na Rússia 18.194 caminhões pesados novos, 17,3 % a menos que um ano antes, segundo a Avtostat. A KAMAZ aumentou as vendas em 8,8 % e a Ural em 3,4 %, enquanto as marcas chinesas Sitrak e FAW recuaram 61,2 % e 23,4 %. Junho aponta para uma estabilização.
O mercado russo de automóveis de passageiros novos e veículos comerciais ligeiros cresceu 26,9% em termos homólogos em junho de 2026, para 122.731 unidades, segundo a Finmarket. As vendas semanais de automóveis superaram as 30.914 unidades no início de julho, impulsionadas por modelos chineses de montagem local e marcas nacionais.
O grupo petroquímico russo Sibur afirma ter substituído 97% da borracha sintética importada por produção nacional. Diante da demanda limitada da indústria russa de pneus, a empresa direciona parcela maior da produção para os mercados de exportação.
A produção russa dos cinco polímeros básicos atingiu 8,03 milhões de toneladas em 2025, alta de 1% no ano. Três novas fábricas — Irkutsk, Amur e o complexo do Báltico — podem somar 5-6 milhões de toneladas de capacidade até 2030, enquanto o consumo interno caiu 6,7% para 6,69 milhões de toneladas.
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