O Egito pretende direcionar o excedente avícola para a África, os países do Golfo e outros mercados. O país possui 59 instalações livres de doenças, registradas na Organização Mundial de Saúde Animal e habilitadas para exportação.
Os futuros do milho encerraram a terça-feira em alta na CBOT em toda a curva, com setembro de 2026 a US$ 4,52. A Agrinvest atribui o suporte ao clima nos EUA e na UE: uma safra europeia mais fraca pode deslocar a demanda para fornecedores dos EUA e da América do Sul. A B3 ficou mista, com competitividade e câmbio em foco.
O Ministério da Energia da Tailândia avalia contratos revistos para que usinas de biomassa existentes substituam parte da geração com GNL. A proposta prioriza potência firme e tarifas baseadas em combustível, manutenção e modernização.
Os produtores de laticínios da Grécia preparam uma campanha jurídica e de monitoramento na Europa contra iogurtes fabricados no exterior e vendidos como “Greek Yogurt”. A iniciativa busca proteger a origem do produto em um mercado mundial avaliado em cerca de €34 bilhões.
Os processadores vietnamitas enfrentam exigências crescentes de origem legal, rastreabilidade e divulgação de emissões nos mercados de exportação. O setor também precisa garantir acácia madura para produtos de maior valor diante da concorrência dos compradores de cavacos.
Exportadores quenianos e investidores cazaques avançam com um polo de chá e café em Almaty. Os países também discutem o fornecimento de trigo e fertilizantes ao Quênia e um corredor comercial entre a África Oriental e a Ásia Central.
A Romgaz e a OMV Petrom concluíram a instalação da plataforma de produção do Neptun Deep no mar Negro. A extração de gás deverá começar no próximo ano, após as ligações e os testes dos equipamentos.
A Malásia mantém cerca de 1,24 milhão de toneladas métricas de arroz para reforçar a segurança alimentar, segundo a Bernama. O país também pretende assumir uma posição regional de destaque em segurança alimentar e comércio.
As exportações andaluzas de alimentos e bebidas atingiram o recorde de €8,165 mil milhões até maio. O setor respondeu por 43% de todas as exportações da região no período.
O Quirguistão importou 2.468 toneladas de malte entre janeiro e maio de 2026, uma queda anual de 55,4%. O valor médio subiu para 707 dólares por tonelada, limitando a redução da despesa total a 29,8%.
Os exportadores do Egeu turco venderam US$ 572 milhões em frutas, hortaliças e produtos processados entre janeiro e junho de 2026, ante US$ 559 milhões um ano antes. O setor busca retomar o acesso das cerejas à China, que importa cerca de 600 mil toneladas por ano.
Produtores de suínos da Bulgária afirmam que o preço dos animais vivos caiu abaixo do custo de produção diante da concorrência da carne importada mais barata. As grandes unidades recorrem às reservas, enquanto as pequenas explorações correm maior risco de sair do mercado.
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