Pesquisa de mercado

Mercado de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas na América Latina e Caribe

Mercado de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas na América Latina e Caribe

Data de lançamento: mar 29, 2026

Entrega: 15 minutos após o pagamento

Período de análise: 2017-2025

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A região "Latin America and the Caribbean" inclui os seguintes países:

Argentina
Plurinational State||Bolivia
Ilha Bouvet
Brasil
Chile
Colômbia
Equador
Ilhas Malvinas
Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul
Guiana Francesa
Guiana
Paraguai
Peru
Suriname
Uruguai
Venezuela
Belize
Costa Rica
El Salvador
Guatemala
Honduras
México
Nicarágua
Panamá
Antígua e Barbuda
The||BS||Bahamas Islands
Barbados
Ilhas Virgens Britânicas
Ilhas Cayman
Cuba
Dominica
República Dominicana
Grenada
Guadalupe
Haiti
Jamaica
Martinica
Montserrat
Curazao
Aruba
São Martinho (parte holandesa)
Sint Eustatius and Saba||Bonaire||Bonaire
Porto Rico
São Bartolomeu
São Cristóvão e Névis
Anguila
Santa Lúcia
Saint-Martin (parte francesa)
São Vicente e Granadinas
Trinidad e Tobago
Ilhas Turks e Caicos
Ilhas Virgens dos Estados Unidos

Observações de relatórios anteriores

O volume de mercado de farelos, resíduos e subprodutos do processamento de cereais e leguminosas na América Latina e Caribe apresentou flutuações significativas entre 2018 e 2023, atingindo o pico em 2021. O tamanho inicial do mercado era de 10,8 milhões de toneladas em 2018, impulsionado pela alta geração de resíduos orgânicos na região, que estimulou a busca por alternativas sustentáveis e oportunidades de valorização. A pandemia de COVID-19 em 2020 acelerou a modernização dos mercados tradicionais de alimentos e a adoção de princípios da economia circular para reduzir perdas e desperdícios, contribuindo para um aumento do mercado para 10,9 milhões de toneladas. Essa tendência de alta continuou em 2021, quando a maior implementação de tecnologias de bioeconomia para resíduos agrícolas e orgânicos, focadas em criar valor econômico e melhorar a segurança alimentar, elevou o volume do mercado para 11,8 milhões de toneladas, o nível mais alto do período.

O mercado caiu para 10,9 milhões de toneladas em 2022, em parte devido ao aumento das exportações de matérias-primas secundárias e resíduos sólidos, que geraram cerca de US$ 23 bilhões anuais para a região. Em 2023, o mercado se estabilizou em 10,9 milhões de toneladas, sustentado por políticas voltadas à redução do desperdício de alimentos, onde 25% dos cereais e 55% das frutas e legumes eram perdidos, motivando um uso mais eficiente dos recursos em toda a cadeia de suprimentos. Ao longo do período, leis de responsabilidade estendida do produtor e proibições de plásticos de uso único em vários países reforçaram os marcos de gestão de resíduos e as práticas de economia circular, moldando a estrutura do mercado.

Até 2024, os fluxos comerciais desses resíduos eram direcionados para Chile, Colômbia e Estados Unidos, com os EUA como principal fonte de importação, refletindo a integração regional e global do mercado. Projetos em andamento e colaborações internacionais apoiavam a gestão eficiente de resíduos eletrônicos e a promoção da economia circular, enquanto o contínuo fortalecimento das regulamentações de responsabilidade do produtor e das proibições de plásticos fornecia um pano de fundo regulatório para a valorização de resíduos na região.

Sumário

  1. 1. Aviso legal
  2. 2. Termos de uso do relatório
  3. 3. Códigos de produtos nas classificações estatísticas usadas no relatório
  4. 4. Principais indicadores e tendências do mercado
    1. 4.1. Principais indicadores do mercado
      1. 4.1.1. Em espécie
        1. 4.1.1.1. Produção, 2018-2023
        2. 4.1.1.2. Importações, 2018-2024
        3. 4.1.1.3. Exportações, 2018-2024
        4. 4.1.1.4. Tamanho do mercado, 2018-2023
    2. 4.2. Tendências e fatores do mercado
  5. 5. Produção
    1. 5.1. Produção na América Latina e Caribe
      1. 5.1.1. Dinâmica anual da produção na América Latina e Caribe em espécie, 2018-2023, mil t
    2. 5.2. Produção global por país, 2018-2023
      1. 5.2.1. Dinâmica anual da produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023, mil t
      2. 5.2.2. Dinâmica da estrutura de produção por macrorregiões em espécie, 2018-2023
      3. 5.2.3. Dinâmica anual da produção por país em espécie, 2018-2023, mil t
      4. 5.2.4. Estrutura da produção por países em espécie, 2018-2023
      5. 5.2.5. Dinâmica da estrutura de produção por países em espécie, 2018-2023
  6. 6. Exportações
    1. 6.1. Exportações (Dados diretos*)
      1. 6.1.1. Exportações - Informações gerais
      2. 6.1.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 6.1.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 6.1.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie da Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 6.1.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 6.1.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 6.1.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 6.1.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor da Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 6.1.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 6.1.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 6.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto da Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 6.1.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto da Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
    2. 6.2. Exportações (Dados espelho)
      1. 6.2.1. Exportações - Informações gerais
      2. 6.2.2. Exportações em espécie, mil t
        1. 6.2.2.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 6.2.2.2. Dinâmica de exportações do produto em espécie da Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 6.2.2.3. Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 6.2.3. Exportações em valor, M $ US
        1. 6.2.3.1. Dinâmica anual de exportações do produto da Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 6.2.3.2. Dinâmica de exportações do produto em valor da Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 6.2.3.3. Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 6.2.4. Preço médio de exportações do produto, $ US/t
        1. 6.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de exportações do produto da Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 6.2.4.2. Dinâmica do preço médio de exportações do produto da Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
  7. 7. Importações
    1. 7.1. Importações (Dados diretos*)
      1. 7.1.1. Importações - Informações gerais
      2. 7.1.2. Importações em espécie, mil t
        1. 7.1.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 7.1.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para a Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 7.1.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 7.1.3. Importações em valor, M $ US
        1. 7.1.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 7.1.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para a Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 7.1.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 7.1.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 7.1.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para a Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 7.1.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para a Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
    2. 7.2. Importações (Dados espelho)
      1. 7.2.1. Importações - Informações gerais
      2. 7.2.2. Importações em espécie, mil t
        1. 7.2.2.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em espécie, 2018-2024, mil t
        2. 7.2.2.2. Dinâmica de importações do produto em espécie para a Argentina por países, 2018-2024, mil t
        3. 7.2.2.3. Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2018-2024
      3. 7.2.3. Importações em valor, M $ US
        1. 7.2.3.1. Dinâmica anual de importações do produto para a Argentina em valor, 2018-2024, M $ US
        2. 7.2.3.2. Dinâmica de importações do produto em valor para a Argentina por países, 2018-2024, M $ US
        3. 7.2.3.3. Estrutura de importações do produto em valor por países, 2018-2024
      4. 7.2.4. Preço médio de importações do produto, $ US/t
        1. 7.2.4.1. Dinâmica anual do preço médio de importações do produto para a Argentina, 2018-2024, $ US/t
        2. 7.2.4.2. Dinâmica do preço médio de importações do produto para a Argentina por países, 2018-2024, $ US/t
  8. 8. Balança comercial
    1. 8.1. Balança comercial (Dados diretos)
      1. 8.1.1. Em espécie, mil t
      2. 8.1.2. Em valor, M $ US
    2. 8.2. Balança comercial (Dados espelho)
      1. 8.2.1. Em espécie, mil t
      2. 8.2.2. Em valor, M $ US
  9. 9. Principais países compradores e vendedores, 2018-2024
    1. 9.1. Dados diretos
      1. 9.1.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.1.2. Exportação em valor por países-fornecedores
    2. 9.2. Dados espelho
      1. 9.2.1. Importação em valor por países-compradores
      2. 9.2.2. Exportação em valor por países-fornecedores

Produção de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas na América Latina e Caribe

Em espécie, 2017-2020, mil t

Maiores produtores de de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial da produção de de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

A produção de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas na América Latina e Caribe aumentou pelo terceiro ano consecutivo. Em 2020, foram produzidos 12 572 mil toneladas, um crescimento de 0,7% em relação a 2019. Entre 2017 e 2020, a produção aumentou 6,2%, o que equivale a uma taxa anualizada de 2,0%.

Dinâmica anual da produção na América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior3.6%1.8%0.7%2.0%
Fonte: SHEV.io

Exportações de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas da América Latina e Caribe

Exportações em espécie, mil t

Em 2020, as exportações de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas da América Latina e Caribe totalizaram 2 048 mil toneladas, registrando uma forte redução de 18,6% em comparação com 2019. Entre 2017 e 2020, as exportações caíram 9,1%, com uma taxa anualizada de -3,1%. O valor mínimo foi registrado em 2018, com 1 927 mil toneladas, enquanto o máximo ocorreu em 2019, com 2 516 mil toneladas. O maior aumento, de 30,6%, foi observado em 2019.

Dinâmica anual de exportações do produto da América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior(14.5%)30.6%(18.6%)(3.1%)
Fonte: SHEV.io

No período de 2017 a 2020, as exportações em volume de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas da América Latina e Caribe foram distribuídas por um grande número de mercados. O Reino Unido (17,5% das exportações em volume), a Irlanda (14,8%) e os Países Baixos (11,9%) representaram juntos apenas 44,2% do total dos fluxos.

Estrutura de exportações do produto em espécie por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto da América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Exportações em valor, M $ US

As remessas internacionais de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas da América Latina e Caribe caíram pelo segundo ano consecutivo. Em 2020, as exportações totalizaram 306,1 milhões de dólares americanos, uma redução de 6,1% em relação ao ano anterior. Entre 2017 e 2020, as exportações aumentaram 6,9%, com uma taxa anualizada de 2,2%. O valor máximo foi registrado em 2018, com 332,6 milhões de dólares americanos, e o maior aumento, de 16,1%, também ocorreu nesse ano.

Dinâmica anual de exportações do produto da América Latina e Caribe em valor, 2017-2020, M $ US

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior16.1%(2.0%)(6.1%)2.2%
Fonte: SHEV.io

De 2017 a 2020, as exportações em valor de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas da América Latina e Caribe foram distribuídas de forma relativamente equilibrada. O Reino Unido (17,6% das exportações em valor), a Irlanda (14,9%) e os Países Baixos (11,8%) representaram juntos apenas 44,4% do total dos fluxos.

Estrutura de exportações do produto em valor por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de exportações do produto da América Latina e Caribe em valor, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Importações de sêmeas, farelos e resíduos do processamento de cereais ou leguminosas para América Latina e Caribe

Importações em espécie, mil t

As importações de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas na América Latina e Caribe caíram pelo segundo ano consecutivo. Em 2020, as importações totalizaram 387 mil toneladas, com apenas uma pequena variação em relação ao ano anterior. O valor máximo foi registrado em 2018, com 420 mil toneladas. O maior declínio, de 7,7%, ocorreu em 2019, enquanto o maior aumento, de 8,2%, foi observado em 2018.

Dinâmica anual de importações do produto para América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020, mil t

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior8.2%(7.7%)(0.1%)(0.1%)
Fonte: SHEV.io

Entre 2017 e 2020, os Estados Unidos e a Nigéria permaneceram como os principais destinos das importações em volume, representando juntos 17,8% do total dos fluxos.

Estrutura de importações do produto em espécie por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para América Latina e Caribe em espécie, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Importações em valor, M $ US

Em 2020, a América Latina e Caribe importaram 94,6 milhões de dólares americanos em farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas, registrando um pequeno aumento de 1,6% em relação ao ano anterior. No período de 2017 a 2020, as importações cresceram 2,6%, com uma taxa de crescimento anual composta de 0,9%. O valor máximo foi registrado em 2018, com 110,0 milhões de dólares americanos. O maior declínio, de 15,4%, ocorreu em 2019, enquanto o maior aumento, de 19,3%, foi observado em 2018.

Dinâmica anual de importações do produto para América Latina e Caribe em valor, 2017-2020, M $ US

Parâmetro201820192020CAGR
1Variação em relação ao ano anterior19.3%(15.4%)1.6%0.9%
Fonte: SHEV.io

De 2017 a 2020, os Estados Unidos e a Nigéria representaram consistentemente a maior parte das importações em valor de farelo, resíduos e subprodutos do processamento de cereais ou leguminosas para a América Latina e Caribe, com 28,2% do total dos fluxos.

Estrutura de importações do produto em valor por países, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

Mapa mundial de importações do produto para América Latina e Caribe em valor, 2017-2020

Fonte: SHEV.io

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