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Fabricantes de ração da Tailândia rejeitam regras antigas do milho com preço de 12-14 baht por kg

Fabricantes tailandeses de ração recusam-se a comprar milho pelo sistema vigente depois que o preço de mercado subiu para 12-14 baht por quilograma. O valor está bem acima do teto oficial de 9,80 baht e pressiona os contratos de fornecimento de ração.

Fabricantes de ração da Tailândia rejeitam regras antigas do milho com preço de 12-14 baht por kg

Preço de mercado supera o teto oficial

A indústria tailandesa de alimentação animal contesta as regras atuais de compra de milho depois que os preços de mercado subiram para 12-14 baht por quilograma. Os fabricantes afirmam que não comprarão mais o grão pelo modelo anterior, baseado em um teto oficial de 9,80 baht por quilograma.

A diferença entre o nível controlado e o preço no mercado físico chegou a 2,20-4,20 baht por quilograma. Os fabricantes de ração não conseguem obter milho pelo valor de referência do sistema atual e enfrentam custos maiores de matéria-prima ao comprar pelos preços praticados no mercado.

Os produtores afirmam que essa discrepância já causou grandes prejuízos. Eles exigem o abandono dos critérios anteriores e a identificação das causas do fracasso dos contratos de fornecimento. Não foram informados os volumes envolvidos, a quantidade de contratos sob risco nem a duração da interrupção.

Contratos de ração ficam sob pressão

O milho é um insumo essencial da alimentação animal. A disputa afeta diretamente a capacidade dos fabricantes de calcular preços e cumprir acordos de fornecimento. Um contrato baseado em milho a 9,80 baht por quilograma fica difícil de executar quando a reposição custa entre 12 e 14 baht.

O problema imediato não é apenas o encarecimento do milho. O teto oficial já não representa o preço pelo qual os compradores dizem encontrar o grão físico. Sem revisão das condições ou queda do mercado, os fabricantes terão de absorver a diferença, renegociar contratos ou limitar compras feitas pelas regras antigas.

Nas cadeias de pecuária e avicultura, a incerteza sobre a aquisição de ração dificulta o planejamento antes mesmo de uma possível escassez. Os compradores precisam de clareza sobre preços e disponibilidade, enquanto os vendedores de milho precisam de contratos compatíveis com o mercado. A diferença atual impede a adoção de uma referência viável.

Importadores e exportadores acompanham a diferença

A disputa também pode influenciar decisões comerciais, embora nenhum volume de importação ou exportação tenha sido divulgado. Se o milho doméstico permanecer em 12-14 baht por quilograma, os fabricantes poderão comparar esse custo com fornecedores alternativos, sujeitos às condições de importação da Tailândia. Exportadores avaliarão se seus preços entregues conseguem competir com o mercado local.

As informações disponíveis, porém, não comprovam encomendas de importação adicionais nem uma paralisação das compras domésticas em toda a indústria. A recusa anunciada diz respeito às compras realizadas pelas regras antigas. O resultado dependerá de compradores, vendedores e autoridades estabelecerem condições que reflitam os preços reais das transações.

Para os analistas, o principal indicador é a diferença persistente de 2,20-4,20 baht entre o teto oficial e os preços de mercado informados. Uma redução diminuiria a pressão sobre os contratos. Caso permaneça, o impasse continuará afetando as decisões de compra na cadeia tailandesa de alimentação animal.

Análise completa do mercado

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